segunda-feira, outubro 20, 2008

No comando do negócio da família

De São Paulo
20/10/2008
Fonte: Valoronline

Aércio de Oliveira Júnior tinha 16 anos e um objetivo quando se inscreveu no curso de mini-empresa de sua escola, a Quirino de Andrade, na Vila Guarani, em São Paulo. Ele ajudava os pais numa atividade de confecção e venda de bolsas, mas tinha curiosidade sobre o funcionamento dos diversos processos de uma empresa. "Eu queria que a produção aumentasse, que o trabalho dos meus pais rendesse mais e que a contabilidade fosse menos complicada", diz Aércio, hoje com 18 anos.


O motivo de tanta segurança foi o curso de mini-empresa da Jr. Achievement. Aércio aprendeu o que é marketing, fluxo de caixa, contabilidade e outros assuntos que ele aplica na microempresa dos pais. A arrancada do curso foi mesmo a parte prática. Ele e os 15 alunos que freqüentaram as aulas de mini-empresa simularam a abertura de uma pequena firma de artesanato onde eram fabricadas pulseiras. Durante seis meses, ele e seus colegas venderam cem pulseiras. "Nossa firma fez tudo, desde a montagem do negócio e a confecção das peças até administração e vendas. "Fui eu que vendi mais pulseiras durante o curso todo."


Aércio diz que gosta mesmo é desenhar as bolsas, mas já se compenetrou de que, se não estiver à frente das contas, das vendas e do estoque, pode comprometer a empresa. "Nosso negócio é o atacado", afirma Aércio que, em dias de vacas gordas, chega a vender até 300 bolsas. O negócio prospera e a família já têm três pontos de venda próximos. Além de facilitar a mobilidade, Aércio pode conversar pessoalmente com cada freguês, trocar informações sobre o fluxo das vendas. (S.T.)

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